Terceira Idade

Asilo creche – um ideia genial

FONTE: A EXTRAORDINÁRIA VIDA  

E no mesmo lugar também funciona uma pré-escola. Esta combinação é chamada de Intergeracional Learning Center e quem pensou nisso foi um gênio.

Na redação do jornal ficam diversas tevês ligadas nos mais diversos canais de notícias e ontem me deparei com um vídeo na Globo News que tocou o meu coração. Um asilo creche na cidade de Seattle, Washington nos Estados Unidos. Que ideia linda, que vídeo maravilhoso e que experiência divina é proporcionada aos idosos do local.

Cinco dias por semana, os moradores e as crianças se reúnem para participar de atividades planejadas que são comuns em pré-escolas: dança, arte, círculos para contar histórias ou ida ao parquinho. Evan Briggs, professora na Universidade de Seattle, ficou tão impressionada com o modelo que ela decidiu fazer um filme sobre o centro de aprendizagem na esperança de que a ideia sirva de exemplo pelo mundo.

Briggs disse que os idosos que moram no asilo passaram por uma “transformação completa na presença das crianças”. Evan contou ainda a rede de televisão americana, ABC que: “momentos antes das crianças chegarem, muitas vezes, eles estão apáticos, às vezes dormindo. Era uma cena deprimente. Assim que as crianças entram para fazer arte, música ou qualquer que seja o projeto no dia, os idosos se animam”.

O documentário chama-se Present Perfect (em português Presente Perfeito) e ganhou este nome porque fala da ideia de que estes dois grupos de pessoas, as crianças da pré escola e os idosos, que possuem poucos anos para conviverem juntos. As crianças têm a vida inteira pela frente e praticamente nenhuma experiência e os idosos têm histórias ricas e apenas alguns anos de vida. Eles se reúnem para compartilhar esse momento único na vida de alguém – o início e o fim.

O filme inicia com um menino que tenta recitar seu nome para um senhor que não consegue ouvir. Ele pacientemente repete o nome várias vezes, enquanto o homem se esforça para compreender. O menino está presente e paciente: sem irritação ou incômodo.  A autora do filme, Evan Briggs, explica que: “Entrando em qualquer lar de idosos, é difícil ignorar a sensação de isolamento dos moradores que ali vivem, e ainda mais difícil conciliar isso com o fato de que a velhice inevitavelmente virá para todos nós. Na nossa cultura obcecada pela juventude em ritmo acelerado, nós não queremos ser lembrados de nossa própria mortalidade. É mais fácil desviar o olhar”.

 

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